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terça-feira, 6 de maio de 2008

PRENDA O GATINHO

Achei este joguinho nos comentários do blog da Cora Rónai. Um barato, vá lá também:

http://www.gamedesign.jp/flash/chatnoir/chatnoir.swf

domingo, 4 de maio de 2008

ANAs e MARIAs

Gosto muito das colunas de Ana Elisa Ribeiro no Digestivo Cultural e esta, cujo link está aí abaixo, me trouxe agradáveis lembranças relacionadas ao meu nome. No colégio interno, sempre tive, por companhia, de quatro a cinco outras "Ana Maria" na mesma sala e, para não sermos confundidas, éramos chamadas pelo sobrenome, o meu, de então, era Santos. Papai tinha uma explicação cuja veracidade, na verdade, ainda não chequei. Dizia que esse era o nome de uma personagem do livro "Olhai os lírios do campo" de Érico Veríssimo, muito popular na época de meu nascimento (1942).

Mas vamos ao que interessa aqui, o artigo citado, vale a pena lê-lo:

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2506

sexta-feira, 18 de abril de 2008

TRISTEZA E EMOÇÃO

Fui a um enterro hoje, de um primo de meu marido, pessoa com quem convivemos mais há uns anos atrás e muito pouco ultimamente, mas que sempre nos foi um caro amigo.

A tristeza é por conta do próprio fato da surpresa da morte, que cada vez mais nos tem mostrado a imensa fragilidade da vida o que nos leva a constatar também que estamos perdendo as pessoas de nossa convivência, realidade da própria natureza do homem: estamos ficando mais velhos.

A emoção foi no encontro de pessoas queridas, familiares e amigos, alguns há muito sem nenhum contato, principalmente operários e funcionários da Usina de açucar, onde moramos e trabalhamos, durante 12 anos, nas décadas de 60 e 70. Depois que saímos de lá, a usina foi vendida e acabou fechando suas atividades e essas pessoas, em geral, se dispersaram para outras empresas, mas algumas ainda permanecem morando no povoado, por conta de disputas trabalhistas e outras motivações.

Encontro que me fez pensar numa vida que foi minha, naqueles primeiros anos de casada, sobre a qual ainda escreverei um dia. Saudade!

quinta-feira, 27 de março de 2008

ESCRITA REVELADORA

Estou colando o que Fernanda Pompeu postou dias atrás no seu blog: Papiro Moderno


"Off da escrita

Escrever não é tão-somente o momento em que pousamos e decolamos os dedos do teclado. Escrever é anterior ao parto das palavras. É, também, todo o tempo em que imaginamos (e pensamos) como faremos o texto. Momento de namoro, no qual o jogo de sedução - entre autora e texto - se aguça. A pergunta: o que mostraremos? o que ocultaremos?"


Acredito nesse jogo e me pergunto: o que é escrever senão revelar?